o que olhos (não) vem, coração (não) sente.

r: porque é que temos de ir lá?
d: porque tenho que ir buscar uma coisa
r: vais me contar, ou vais ficar ai sentada sozinha?
d: vou ficar aqui sentada
r: esta bem, ja percebi o porque de irmos lá, não precisas me contar. vou-me despachar!
(…)
r: estou pronta! vamos?
(silêncio)
r: anda cá, babe. não fiques te amatrizar por isso, tu sabes que isso vai acontecer, porque tu não consegues encarar que tu no fundo tu ainda (..) ele. e vais ter que te decidir: ou vais e lutas por ele, ou és forte e deixas ele de uma vez. porque tu decides, concluis, mas volta e meia vejo-te com essa agua amarga nos olhos. tu mesma já me dizes-te que ele não muda . mas já sabes que aconteça o que acontecer e decididas o que decidires eu estou aqui.
(longo silêncio)
d: estas pronta? vou so a casa de banho limpar a cara. pega nas tuas coisas, e vamos descer, tenho que ir buscar o que é meu.

aparte:
Tu nunca levaras as minhas decisões a serio,
porque eu não te deixo ver o que o meu coração sente.
erro meu, beneficio teu.
pois todos os dias, tu fazes questão que eu veja
a vossa falsa felicidade porque nada do que
estas a viver é verdadeiro.
e o eu continuo a ocultar a minha vida,
se como eu o que eu tivesse a fazer é que esta errado.
tu é que estas errar! mas eu é que ajo como estivesse
errada.

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