Odeio tanto tudo em você,

 

 cada gesto que faz, seu sorriso largo que me dá nos nervos, odeio quando come unha, quando me faz cócegas, quando sussurra no meu ouvido. Odeio sua competitividade, sua rivalidade, o modo como defende suas ideias, seus argumentos irritantemente relevantes e como fazem os meus parecerem infantis (e talvez sejam), odeio como me faz concordar contigo, como me faz trocar de ideia rápido, odeio a facilidade e a simplicidade que tem em  falar dos seus sentimentos e como isso me deixa sempre sem palavras. Odeio quando não entende minhas ironias e como me faz boiar literalmente em certos assuntos, como me faz me jogar de cabeça e mergulhar fundo nos meus sentimentos, me faz acreditar e confiar tanto em você, odeio quando me enche de beijos, me afunda em desejos, me enlouquece de ciumes, mas sou sutil, finjo não ligar, mas ligo e muito. Você me faz te odiar, te odiar tanto, mas tanto por te amar. Te odeio principalmente por ser meu oxigénio e por saber que sem você não há mais nada.

 

Texto de Tatiane Alves

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