Hoje (nao) tenho forças

Hoje, eu queria escrever tudo o que já passamos juntas, e o quanto és e smp serás importante para mim, mas sinceramente hoje nao consigo valorizar-te num texto, hoje as forças que desejaria ter para escrever foram-se c cada lagrima que vi nascer e morrer no rosto da minha mae. A minha dor, é tão silenciosa que por vezes dou por mim, a fazer silencio para ver se consigo a ouvir. Riu-me para nao chorar, mas, sinceramente secalhar de tanto disfarce de fingir que nada me antige,  e chorar é só para os outros, custa-me nao cair uma lagriima, por umas mulheres com mais valor que tive/tenho na minha vida. Mas enfim, a medida que escrevo e me recordo deste dia, mas enfraquecida fico. Vou deixar para amanha, para daqui umas horas ou para daqui uns dias, tudo aquilo que quero falar. Tenho que ir reorganizar as ideias, os sentimentos, e a ver se nessa altura, a minha dor resolve fazer algum tipo de som, gemido ou ruído. Nao quero o silencio. Tenho pavor a ele. Não há nada mais verdadeiro do que a inocencia de uma criança, e o vazio do silencio. Nos momentos de silencio, é quando se revela tudo, o silencio diz-nos a verdade. E a verdade por vezes apavora-nos. Por isso, vou esperar a ver se consigo ouvir algo, porque acho que nao tenho coragem para ouvir a verdade(..).

Até um dia, mãe mulher filha tia prima companheira e amiga (L) Filomena Magalhaes

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